A semana de 17 a 23 de setembro de 2025 foi marcada por uma escalada significativa do cibercrime global, com projeção anual de US$10,5 trilhões em danos. Incidentes críticos incluíram um ataque de ransomware que paralisou múltiplos aeroportos europeus, como o Heathrow, causando disrupções massivas. O grupo cibercriminoso "Scattered Spider" ressurgiu com novos ataques ao setor financeiro. Ameaças se intensificaram com um aumento de 1265% em ataques de phishing impulsionados por IA, resultando em perdas de US$ 25,6 milhões por fraudes de deepfake. Múltiplas violações de dados afetaram organizações como CIRO e Tiffany & Co. Na América Latina, houve um aumento de 19% em ataques de malware bancário habilitado por IA, refletindo as tendências globais de sofisticação dos adversários.
Ataque ransomware paralisa aeroportos europeus, com UK Police prendendo suspeito ligado ao incidente.
Scattered Spider ressurge com ataques ao setor financeiro, contrariando alegações de aposentadoria.
Múltiplas violações de dados confirmadas, incluindo CIRO (Canadian Investment Regulatory Organization) e Tiffany & Co.
Aumento de 1265% em ataques de phishing impulsionados por IA, com perdas de US$ 25,6 milhões em fraudes deepfake.
Durante a semana, relatórios indicaram riscos persistentes à infraestrutura operacional brasileira, com foco particular em ambientes de Tecnologia Operacional (OT). O setor financeiro brasileiro manteve-se como alvo prioritário, representando aproximadamente 22% dos incidentes regionais na América Latina.
🔍 CERT.br: Monitoramento contínuo de ameaças, com atualizações sobre metodologias de coleta de incidentes, embora dados específicos da semana ainda não tenham sido publicados.
💰 Setor Bancário: Continuidade de ataques de malware bancário latino-americano, com evolução das famílias de malware específicas da região.
O Brasil foi impactado indiretamente pelos ataques ransomware globais da semana, com organizações brasileiras reforçando medidas de segurança em resposta aos incidentes europeus. A projeção de perdas por cibercrimes no país para 2025 mantém-se em crescimento, seguindo tendências globais.
📊 dos centros de resposta a incidentes da região.
🎯 dos centros de resposta, com foco crescente em crimes cibernéticos.
⚠️ dos ataques na América Latina.
A América Latina registrou um aumento de 19% em ataques de malware bancário habilitado por IA, tornando-se uma zona-alvo crescente. O CrowdStrike 2025 LATAM Threat Landscape Report destacou insights críticos sobre atividade cibernética em toda a América Central e do Sul, México e Caribe.
O relatório "Latin American eCrime Malware Evolution in 2024" demonstrou continuidade nas tendências em 2025, com adversários aprimorando TTPs (Táticas, Técnicas e Procedimentos) e desenvolvendo novas variantes de malware específicas para a região. Ransomware representou 29% dos ataques na América Latina, superando business email compromise e credential harvesting.
O "Latin America Risk in Focus 2025" identificou a integração de novas tecnologias, especialmente IA, como um desafio maior, com pressão competitiva acelerando adoção sem adequada preparação em segurança.
O incidente mais crítico da semana ocorreu em 22 de setembro, quando um ataque ransomware coordenado afetou múltiplos aeroportos europeus:
Heathrow (Londres), e outros aeroportos principais na Europa.
Sistemas de check-in paralisados, milhares de voos atrasados ou cancelados.
ENISA confirmou oficialmente o ataque ransomware como causa.
UK Police prendeu homem suspeito de ligação com o ataque.
Disrupções persistiram até 23 de setembro, com aeroportos ainda lidando com backlog.
Contrariando alegações de aposentadoria, o grupo Scattered Spider retornou com ataques direcionados ao setor financeiro:
Embora grupos tradicionais como LockBit tenham sofrido com operações policiais, o ecossistema de ransomware continuou fragmentado em 2025:
aumentaram em 2025.
em perdas documentadas.
do malware agora usa técnicas polimórficas.
dos respondentes dizem que riscos cibernéticos aumentaram no último ano.
Capacidades Emergentes: Auto-phishing com campanhas totalmente automatizadas, voice cloning usado em ataques de engenharia social, e deepfakes em tempo real para bypass de verificação biométrica.
aumenta em eficácia.
agora usa técnicas polimórficas alimentadas por IA.
Implementar detecção de deepfakes em processos de verificação, treinar equipes para reconhecer phishing gerado por IA, investir em soluções de segurança alimentadas por IA para defesa.
Auditar dispositivos IoT para Pixie Dust e vulnerabilidades similares, segregar redes OT de ambientes IT, implementar monitoramento específico para ambientes industriais.
Revisar segurança de business associates, validar controles de segurança em parceiros críticos, estabelecer requisitos mínimos de segurança contratuais.


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